segunda-feira, 29 de outubro de 2018

MORTALIDADE INFANTIL: após anos de queda, novo fator pode provocar aumento do índice






Descrição para cegos: recém-nascido em uma incubadora, com os pés sendo amparados por uma mão.

Por Érika Soares

A taxa de mortalidade é uma listagem demográfica que é obtida por meio do número de mortes registradas a cada mil habitantes. Essa mesma taxa, sob outro parâmetro, identifica o número de óbitos de crianças em seu primeiro ano de vida. A mortalidade infantil é causada por diversos fatores, nos quais incluem-se o saneamento básico precário ou inexistente (causa de contaminação da água e de alimentos, que podem resultar em doenças como hepatite A e E, leptospirose, poliomielite, cólera, verminoses, entre outras), falta de orientação e assistências às gestantes, assistência hospitalar deficitária aos recém-nascidos.



No levantamento realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), O Brasil tem reduzido a taxa de mortalidade ao longo dos anos. No ano 2000, o Brasil registrava 29,02 mortes a cada mil nascidos vivos. Até 2015, esse número caiu para 13,82 mortes.





Outro aspecto a se considerar é a campanha antivacinação que tem ganhado força desde 2016. A campanha acredita que a vacina promove mais malefícios do que benefícios à saúde. Esta nova prática tem feito o índice de mortalidade infantil subir, o que disparou um alerta ao Ministério da Saúde. Desde então, campanhas pró-vacinação tem sido realizadas afim de conscientizar a população quanto a importância de vacinar e manter o quadro de vacinas atualizado.

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